Plaquetas de identificação militar: curiosidades

Durante a Guerra Civil, a incapacidade dos militares de identificar baixas no campo de batalha criou a necessidade de um método de identificação de soldados.

História da plaqueta de identificação militar

Na Primeira Guerra Mundial, os soldados usavam duas tags. “Uma marca permaneceu com o corpo, amarrada em torno das pernas, tornozelos ou pés”, disse Luther Hanson, curador do Museu do Quartel-Mestre do Exército dos EUA, ao The New York Times em uma entrevista em 2013.

Por volta da Segunda Guerra Mundial, a etiqueta circular foi substituída pela forma mais oval usada pelos militares hoje. Sua semelhança com as etiquetas de coleira de cachorro levou à designação de “dog tag”.

As tags usadas durante a Segunda Guerra Mundial foram estampadas por uma máquina e tinham uma forma retangular com extremidades redondas e um entalhe de um lado.

Embora o dog tag permaneça praticamente inalterado desde a Guerra do Vietnã, o Exército está atualmente desenvolvendo e testando várias novas dog tags conhecidas por vários nomes, incluindo a tag de dados de soldado, registro individual, meditag e portador de informações pessoais.

As novas dog tags conterão microchip ou tecnologia USB, que conterá registros médicos e dentários de um soldado

 Veja abaixo o vídeo onde falamos mais da plaqueta militar.

Se você procura por uma loja virtual que ofereça segurança e qualidade de produtos, visita a Use Militar. Uma empresa varejista voltada para o segmento de artigos militares, segurança pública e privada, camping e esportes radicais, com grande variedade de produtos nacionais e importados.

Nada melhor do que ter à disposição um local que possa encontrar os mais completos itens de vestimentas para sua simulação, podendo optar entre as diferentes fardas militares ou farda militar, coletes, uniformes de forças amadas e operações especiais, camisetas temáticas, e caçados, como coturnos.

 

 

Deixar Comentário